Quando efetuamos uma medição estamos sujeitos a diversas formas de erros, dentre os quais podemos citar: grosseiros, aleatórios, acidentais, sistemáticos, inserção ou paralaxe.
É um parâmetro, associado ao resultado de uma medição, que caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fundamentalmente atribuídos a um mensurando.
Para efetuarmos o cálculo da incerteza de medição devemos seguir uma seqüência de passos, detalhada à seguir:
Onde:
s = Desvio Padrão;
MM = Média das Medidas;
M = Valores obtidos em cada leitura efetuada no sistema de medição;
n = Número total de ensaios em cada ponto medido;
Onde:
Ua = Incerteza de Medição tipo A;
s = Desvio Padrão;
n = Número total de ensaios em cada ponto medido;
Onde:
Ures = Incerteza em função da resolução;
s = Resolução em função da divisão de escala do instrumento;
Onde:(**) A incerteza em função do padrão deve ser dividida por seu fator multiplicativo, conforme certificado. (Ex.: k=2, dividir a incerteza por 2/k=2,47, dividir a incerteza do padrão por 2,47). Se não houver declaração de incerteza expandida (fator k), dividir a incerteza por raiz de três.
Uc = Incerteza de Medição Combinada;
Ua = Incerteza de Medição do tipo A;
Upad = Incerteza de Medição do padrão utilizado;(**)
Ures = Incerteza de medição em função da resolução;
Onde:Obs.: O fator k está diretamente relacionado com o grau de probabilidade de acerto do cálculo da incerteza. Para cada percentual existe um valor k definido. Este valor pode ter variações no seu valor em função do número de medidas realizadas e também das fontes de incerteza a serem consideradas.
Uc = Incerteza de Medição Combinada;
k = Fator de abrangência para um nível de confiança aproximado de 95%, onde k@2;
U95 = Incerteza de Medição Expandida com nível de confiança de 95%;
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